Horario Mundial – Hora Exacta, Mapa de los Husos Horarios, Reloj Mundial.

Benigno Andrade Garcia (Foucelhas)

Cem anos fizo esta quarta-feira da morte do guerrilheiro antifranquista. Benigno nasceu no lugar das Foucelhas -o qual dá origem a seu alcume- na freguesia de Cabrui, concelho de Mesia, foi assassinado polos franquistas a garrote vil o 7 de Agosto de 1952, na prissom da Corunha.

Depois de esta introduçom, fago-me varias perguntas: Se Foucelhas nascera em Euskal Herria ou na Catalunha tardariam tanto os jornais -nom só os de corte nacionalista- em falar de jeito aberto de este homem que deu sua  vida pola libertade?…quanta gente da Galiza conhece a história do Foucelhas?…ou…quantos galegos dizem que o gerrilheiro galego nom era mais que um bandido?. Bem, provalmente se Foucelhas nascera em Euskadi ou na Catalunha teria um monumento e seria homenageado todos os anos, namentras na Galiza houvo que esperar a que o Estado Espanhol abrira fossas comuns e claro também houvo que falar  do foucelhas prà preencher uns quantos jornais, ainda assim, cuido que algumhos jornais “Espanholistas” da Galiza tiverom coidado de nom falar muito.

Foto Vieiros

Sempre adiante com a Bilharda!

A Selecção Galega da Bilharda enfronta-se a Selecção da Alemnha este Sábado em Riba d’Eu (Comarca da Marinha Oriental).

Fico contente ao ver esta nova no jornal galego Vieiros, um jogo  tradicional da Galiza como a Bilharda ao qual jogarmos quando nenos alguma vez, está-se convertendo em um espectáculo mundial. Mas, o mais importante é que aquí os galegos não temos que andar a rifar com a Espanha prà poder jogar um partido internacional, jogamos com quem queremos e por que nos peta! … Saude a Bilharda e que dure.

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Autodeterminação

Falando com um companheiro no día de ontem sobre se é viável à autodeterminação na Galiza, chegamos à conclução que nos días de hoje não é possível tal coisa no nosso país.

Segundo ele, -precisamos de quinze anos mais de tempo, paises como a Catalunha ou Euskal Herria levam esse tempo a mais-.

Suponho que esta frasse não tem nada em especial e é perfeitamente razoável tendo em conta a realidade da nossa Galiza, no entanto, semelha incrível que uma nação como a nossa com toda a sua história o seu caracter próprio, língua de seu … etc, etc. Tenha que esperar todo esse tempo e sempre no melhor dos casos. A coisa parece coincidir claramente com o anos de governo rancio de Dom Manuel Fracha ao sumir-nos neste atraso respeito doutros países peninsulares.

Quenta-se-me o corpo só de pensar que teria acontecido senão perdêramos esse tempo, se o povo galego houvera espertado do seu sono, se a nação galega escutara os queixumes dos pinheiros… Pois, possívelmente eu não estivera arestora a escrever isto.

A guerra da loira ex-sociata

Éramos poucos e apareceu  Rosa da Espanha metendo mais lenha ao lume na Galiza. Segundo o Vieiros, à Rosa da Espanha diz: Não nos interessa a indentidade dos galegos, assim de clara foi esta senhora que não há muitos anos era socialista até a médula. O meu pensamento imediato é o seguinte, como se possa ter tanta face para chegar a um país como a Galiza e ceivar semelhante barbaridade?, não me colhe na cabeça que algúm galego/ga  possa dar-lhe um só voto a alguém que despreza a nação galega desse jeito.

Nem siquer a direita mais rancia e reaccionária , da que noutrora padecemos os galegos, se estreveu a dizer algo assim. Possivelmente a senhora esta venha a Galiza na procura de espanhois para a sua cruzada nacional-espanhola mas cuido que vai voltar ao seu país de valdeiro.

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Sergio González “O galego é um dialecto”

Sergio González: “O galego é coma o asturiano. Non son idiomas. Eu creo que son dialectos”. Vieiros

Assim de rotundo foi o jogador do Deportivo da Corunha e jogador da Selecção da Catalunha. Como galego sego sem dar crédito às palavras dum senhor que joga na Galiza e fala desse jeito sobre de uma língua que deconhece.

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Televições portuguesas aprovadas

Cito íntegro o arquivo da Revista Portugaliza sobre à aprovação das radios e televições por parte do parlamento galego a proposta do B.N.G.

Fonte: Movimento Defesa da Língua e alterações próprias.

Pouco a pouco, demandas históricas do lusismo-reintegracionismo como nesta ocasião, vão socializando-se e são utilizados os mesmos argumentos exprimidos ao longo de muitos anos pelo Movimento Defesa da Língua, pela antiga Assembleia da Língua e pela Plataforma pola Recepçom das Rádios e TVs portuguesas na Galiza. Passado dia 9 de Abril de 2008 aprovava-se por unanimidade no Parlamento galego uma proposição não de lei apresentada pelos deputados do BNG Bieito Lobeira e Modesta Riobó em que se acordava o seguinte solicitar na Galiza a recepção das TVs e Rádios portuguesas.

Ligaçõe para vê-lo video do parlamento da Galiza: Revista Portugaliza

Fraga e a sua espanha

Lendo o jornal galego A’Nosa Terra, encontro-me com uma entrevista ao Fraga. É tal a face que tem este homem, que chega à insinuar um possível pacto entre o Bloco e o PP, -sempre que seja dentro da Espanha e nunca em contra-, pois não senhor Fraga!!… os nacionalistas galegos  lutamos pela independência e isso não quer dizer estar dentro da sua Espanha, mas bem,  a cousa é que este franquista aventura-se a convidar aos nacionalistas galegos a um remoto acordo político quando ele mantivera um regime totalitário de quinze anos na nossa Galiza. O supreendente é que o PP de Feijoo tenha que acudir a um octogenário franquista para uma remota aliança política face às eleições à Junta da Galiza.

Entrevista ao Fraga

Manuel Fraga jurando cargo como ministro do Dictador Franco.

A questão da raça galega

Quando se fala da raça, habitualmente sempre nos referimos aos cães , gatos, vacas e demais animais, e isso é uma coisa normal - tenho um cão de raça tal e com perigri- bem, mas quando isto se referir a gente a coisa já não fica tam bem e sempre há discussões por mor deste tema.

Além da sensibilização que há hoje em día, sego sem entender qual é problema se uma pessoa diz que é de raça galega ou de raça germana, isso é ser racista?… Racismo: “doutrina que tende a preservar a unidade da raça e assenta na suposta superioridade de uma raça que se confere o direito de exercer domínio sobre as outras”; isso é à definição de racismo, o desprezo “a outras raças”, mas então as raças existem!, o problema está no desprezo não está no feito de ser de uma raça ou outra.

A minha  pergunta é: Se eu digo que sou de raça galega, sou racista?…. Se tenho um cão de raça pastor alemão no canto de tê-lo de palheiro, também sou um racista ou simplesmte tenho duas raças de cães distintas?

Origem das palavras Portugal e Galiza

Olhando pela rede, encontro-me com um interesantissimo artigo sobre a origem dessas palavras. O artigo já não é novo e é possível que já fosse lido por muita gente, de qualquer jeito, à história do nosso país cuido que sempre é interessante leia-se quando se leia.

Mas, poucos sabiam (ou sabíamos), que a ligação galego-portuguesa, a ligação portugalega, ultrapassa incluso estes elementos primordiais, que, de facto, seriam mais do que suficientes para tirarmos conclusões sobre nós mesmos e o nosso hipotético futuro como colectividade histórica. Mas, há algo mais, uma outra ligação que emerge por acima das fronteiras arbitrárias e invisíveis, e que torna mesmo inquebrantável e imutável tudo o anterior.

Uma ligação que tem a ver mesmo com a origem e significado das denominações que os nossos (nosso) povos têm recebido no decorrer histórico. Tem a ver com a origem e significado das palavras Portugal e Galiza.

Luís Magarinhos Igrejas

Fonte original do artigo: Agal