Santa semana
A semana do sofrimento chegou, a santa semana do acarrejamento de figuras religiosas com as forças vivas das vilas a frente e por tras uma morea de crentes devotos.
Na Galiza nesta semana toca o tradicional acarrejamento de santos, cidades como Ferrol, ou vilas como Viveiro, por nomear algumas, sacaram uma cheia de figuras religiosas às ruas. Nelas, desfilaram pola sua frente gente com tricornio (típico chapeu de policial espanhol)o seu pé iram, alcaides e senhoras de postím com veios negros na cabeça.
Todo este conto acontece todos os anos por estas datas, já haja crise, trone, neve ou haja um cataclismo, o acarrejamento de santos sempre se produz. E porque é que se produz? pois na verdade nom tenho nem ideia, nem siquer me molestei en ler algo ao respeito entom, quero pensar que isto de acarrejar santos disfarçado do Kukus Clam vaia a menos com os anos.
E digo que vaia a menos porque o queime de precesons que nos vai largar a Tvg-PP pode ser laido, tóxico e muito lamentoso, por que este conto é todo triste, sofrido, lastimoso e sem graça alguma.
Feliz acarrejamento!
Saúdos
Encerramento do site da AMI
Um outro atentado mais a liberdade de expressom por parte da justiça imperialista espanhola ao encerrar o site da Assembleia da Mocidade Independentista (AMI) por mor do video intitulado “Vilingüismo”.
A denúncia fora feita pola associaçom da ultra dereita Espanhola “Galicia Bilingüe” a qual tivo efeito nestes días. A seguer vai um resumo do video e a sua visualizaçom.
Sinopse:
Antia, Roi, Marinha e Joám começam a se dar conta de que algo estranho acontece na sua vila: a gente que os rodeia, as suas amigas e amigos, sempre galegas falantes, mudam repentinamente de língua. passando a ser radicais defensores da presença do espanhol na Galiza.
As e os protas de este filme nom tardarám em dar-se conta de que detrás destas mudanças há interesses muito mais escuros e inimigos muito mais perigosos do que num princípio podiam imaginar. Resoltas a nom deixar morrer o seu idioma e a salvar as suas amigas e amigos, as moças e moços preparam-se para a luita final contra os responsáveis da desapariçom do galego.
Liberdade de expressom na Galiza já!
Saúdos
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A loja on-line da AGAL
A AGAL, Associaçom Galega da Língua, já leva muitos anos de andaina, nom só no terreo da língua, senom também no terreo da cultura galega em geral.
Portal Galego da Língua é o sítio na rede de toda a actualidade da língua na Galiza, e está promovido pola Associaçom Galega da Língua (AGAL), umha associaçom sem ánimo lucrativo, legalmente constituída em 1981, que visa a plena normalizaçom do Galego-Português da Galiza e a sua reintegraçom no ámbito lingüístico a que historicamente pertence: o galego-luso-brasileiro.
O Galego-Português, na Galiza denominado Galego e internacionalmente conhecido como Português, é a língua própria de Galiza, Portugal e Brasil, sendo também língua oficial em Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Lorosae…, comunidade lingüística internacional conhecida como Lusofonia (também Galegofonia ou Galego-Lusofonia).
Depois desta pequena introduçom trazida da sua própria web, a AGAL vem de sacar um novo sitio por mor da criaçom da sua loja on-line onde vamos poder comprar, livros, música, filmes e otros serviços que a associaçom oferece neste novo portal.
Parabéns pela nova iniciativa e muita sorte!
Sitio da loja on-line: imperdível.net
Saúdos
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A GALINHA EM ALIANÇA COM A RAPPOSA VAI DAR OVOS D’OURO
Assim podemos ridiculizar para desautorizar, rejeitar e COMBATER o que está a fazer o BNG na questão de ASTANO e na da fusão das Caixas, no que está a fazer o PSdeG-PSOE com a Lei do Território: ALIANÇAS COM O PP contra o povo galego.
Queixa-se Carlos Aymerich perguntando o que haverá de inconfessável na coincidência de uma parte do PSdeG-PSOE com o PP: a) Sabe-o, porque os «Informes do Conselho de Contas» relatam o envolvimento do clã Francisco Vázquez-Iglesias-Moreda boys-girls nos LUCROS DA CORRUPÇÃO URBANÍSTICA acompanhando a do PP de Fraga e o seu governo integrado por Feijó justo na Conselharia de Território, Obras Públicas e Vivenda. CORRUPÇÃO de Feijó na Galiza muito maior do que a de um dos bandidos do Prestige, Jaume Matas nas Illes Balears. b) O que haverá de inconfessável na coincidência do BNG com o PP no de ASTANO e na fusão das Caixas? perguntamos nós para responder que, na nossa opinião, para além dos miseráveis LUCROS que possam obter, o BNG sobretudo motoriza a salvação de um PP que se vai a pique fruto da sua BRUTAL CORRUPÇÃO, CHULARIA, CINISMO E PATRANHA COMPULSIVA, tudo para ROUBAR mais e melhor; um PP e um Feijó feridos de morte em 21 de Janeiro porque o povo que é quem mais ordena pôs «firmes» a dirigência do BNG ordenando-lhe convocar na compostelana Praça do Obradoiro para que se manifestaram 50.000 pessoas contra o governo do PP. Demoraram apenas duas semanas, 5 de Fevereiro, em assinar no Parlamento galego, primeiro A. Rueda, segundo Guilherme Vázquez e depois os sindicatos o manifesto «Galicia Ten Direito» o qual foi suficiente para esclarecer bem esclarecido que a Galiza SÓ PODE SER HEGEMONIZADA, GOVERNADA E ESPOLIADA pelo franquismo do PP com a submissão GARANTIDA do povo galego [cláusula SECRETA do Pacto da Moncloa, do Capô e de Toledo]. Numa palavra, o BNG EVITOU a queda do PP de Feijó e continua cangando com ele para que não caia sem sabermos o que haverá de inconfessável em agir de canga. Será o «prurido democrático» de LEGITIMAR A VITÓRIA DA FRAUDE ELEITORAL DO PP em 1 de Março? Será a CORRUPÇÃO IDEOLÓGICA base de qualquer outra? Será que o povo NÃO é o que mais ordena? Será a ideia interesseiramente muito estendida de que SÓ O VOTO decide o governo? Em termos democráticos o voto não é um instrumento mais válido do que a REVOLTA ou A INSURREIÇÃO. Em termos democráticos o povo galego tem direito ao voto livre e secreto [NÃO ACARREJADO pelos mais de trezentos delinquentes-parásitas colocados por Baltar na Deputação de Ourense ou em quaisquer outras], tem direito a se dotar da representação política que quiser [não a que queira Feijó e Santiago Rey Fernández Latorre] e tem direito à INSURREIÇÃO, À REVOLTA, contra toda forma de opressão: TUDO reconhecido nas leis.
Não é uma brutal forma de opressão USURPAR-LHE ao povo galego a representação política durante decénios para LUCRO PESSOAL de uma minoria, os descendentes dos genocídas franquistas constituídos em PP? Não é uma brutal forma de opressão uma minoria PROIBIR-LHE a todo um povo a utilização da sua própria língua e cultura forçando-o secularmente ao ANALFABETISMO, a ser estrangeiro na própria Terra? Não é uma brutal forma de opressão ESPOLIAR as riquezas todas de todo um povo para lucro de dous indivíduos, Florentino Perez e Entrecanales dentre outros? Não é uma brutal forma de opressão privar um povo dos seus meios de subsistência como ASTANO durante um quartel de século, vinte e cinco anos fechado?
É-o, com certeza, portanto exercermos o direito de REVOLTA, de INSURREIÇÃO é tão natural e democrático como exercermos o direito ao voto. E nos dizemos que quanto antes exerçamos esse direito antes conseguiremos que o PP deixe de ROUBAR-NOS E ESPOLIAR-NOS como estão a fazer na rede da saúde pública: o hospital PÚBLICO de Vigo, pago com o nosso dinheiro, custa cerca de 500 M€, PPRIVADO, 1500: ROUBAM 1000 M€; o de Ponte Vedra, público 400, PPrivado, 1200: ROUBAM 800 M€; o orçamento de NÃO contratados 28 médicos para Ferrol, estimado em 1 M€, ROUBADO; dous anos fechado e a ruir porque o querem Pprivatizar, o novo e acabado hospital de Lugo e um sem fim de tropelias da Barja e os franquistas militares do PP que regem o SERGAS determinam a necessidade e urgência da REVOLTA do povo galego para a derrocada do governo de Feijó e novas eleições livres, limpas e democráticas o qual não é fácil porque o povo galego está DIVIDIDO, ENFRENTADO, na mesma divisão e enfrentamento em que estão os partidos políticos, sindicatos, etc. com grande contentamento dos que DIVIDEM O POVO GALEGO PARA O ESPOLIAR, O PP. BNG, PSdeG-PSOE, os sindicatos têm o dever de UNIR o povo galego e fazem a política contrária debilitando a força do povo que fica à mercê do PP.
Nós reiteramos que a UNIDADE E A DEMOCRACIA para o povo galego virá fácil e de imediato se constituímos a Assembleia Nacional da Galiza, exercemos o direito de REVOLTA, derrocamos o governo de Feijó e organizamos eleições livres, limpas e democráticas. No entanto NINGUÉM na manifestação do Sábado, 27 porque AS GALINHAS NÃO SE PODEM MANIFESTAR COM AS RAPPOSAS PARA DAR OVOS D’OURO: COMEM-NAS.
Em Ferrol, 4ª F, 24 Março 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL.
Fonte original: Vieiros
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O Vira Galego!
Dizem que a musica é a melhor forma de expressão de uma cultura.
E é verdade!
A musica não mente. E o que é suposto ser e revela quem é a alma.
A música não se esconde nem finge. A música existe por si só e, o que ela conta pode ser tomado como verdade incontestável.
O que se houve cá e lá tem raízes comuns. Prova de pertença acima de qualquer historiador ou interpretação. A música e em especial o Folclore torna-se assim a mais valiosa peça de arqueologia.
Fonte original: O Galaico
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Gran Purismo
Eis um video do Gran Purismo dando mais uma resposta a ritmo de hip-hop à face de centola (rosa diez).
Sem desperdiço o video do Carlos desde a Suiça adicando-lhe uma cançom a deputada da ultra dereita espanhola, o qual me enche de ledicia ao saber que desde a emigraçom ainda há gente que se preocupa pelo seu país.
Parabéns ao Carlos!
Saúdos
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Gallaecia islámica: mentiras da história nacionalista dos hispanos
Cláudio Sánchez-Albornoz e o Mito da “Reconquista Española”:
Como um nacionalista hispano construiu umha história nacionalista hispana para justificar a sua novelesca “nación española eterna”
Já escuitárom vocés muitas vezes a história oficial dos ibero-mediterráneos: “El Rey Pelayo de Asturias, padre de la patria y gran héroe de la única e indivisible nación española de estirpe visigoda y romana, se levantó contra los moros para devolverle a los españoles, por Dios y por España, el país que había caído en manos de los invasores”.
Esta história fantasiosa dos hispanos, ao estilo do “Senhor dos Aneis”, é actualmente de fabricaçom muito recente e nasceu apenas no século XX a partir da publicaçom da tese do historiador nacionalista hispano Cláudio Sánchez-Albornoz “La Monarquía en Asturias, León y Castilla durante los siglos VIII al XIII”.
Antes desta tese do historiador nacionalista hispano, nom existia nengumha história oficial do Estado Espanhol. O nacionalista Sánchez-Albornoz desejava que o seu Estado tivesse umha romántica história nacional, e começou a construir o novelesco mito da “Reconquista Española” como origem fundacional da sua fantasiosa protonaçom iberomediterránea.
A tese de Sánchez-Albornoz “La Monarquía en Asturias, León y Castilla durante los siglos VIII al XIII” sostinha que a corajosa “nación española” resistira heróicamente a invasom islámica desde as Austúrias (nom desde a actual Galiza galegofalante nem desde o Euskadi bascofalante) e que na sua missom histórica desejavam unificar toda a “España” num só reino: Asturias = León = Castilla = España
A novela do nacionalista Sánchez-Albornoz converteu-se na bíblia ideológica do sistema educativo franquista. Os doutrinadores mapas da “Reconquista” pintados por Sánchez-Albornoz, onde toda a Península é árabe com a excepçom da província das Austúrias, som os mesmos que aparecem ainda hoje nos temários e livros de texto do sistema educativo espanhol. [....] Ler Mais…
“El consejero Robert Varilla”
Pailarocada total do conselheiro de cultura da Junta da Galiza Roberto Varela, a Sobrado dos Monges, ele o traduz por Desvám de los Monjes -castejano fino e pulido- há que ser bem pailám e túçaro.
Vamos ver Sr. pailaroco ‘Varilla’, eu nom tenho tanta cultura como possa ter vosté, por isso é que nom sou nem conselheiro, nem lingüista nem nada semelhante, simplesmente um galego mais. Mais, uma coisa lhe vou dizer, eu nasci num sobrado, nom num desvám, quer dizer; o sobrado é onde dorme a gente e o desvám -ou o faio- é a parte mais perta ao lousado duma casa -pode pasar que um sobrado estia sem faiar- mas isso é uma outra cousa.
Além desta explicaçom, o facto de que vosté trazduzisse um topónimo galego a uma outra língua, sendo vosté o conselheiro de cultura da Galiza, já é para que vosté dimita e, o facto que vosté nom saipa deferenciar sobrado de desvám é para suspendelo dos seus estudios primarios.
-Sobrado.
s. m.
(1) Pavimento de madeira nas casas. O mesmo que soalho.
(2) Primeiro piso de uma casa, imediato superior ao baixo. Andar alto da casa.
(3) Casa sem dividir.
(4) Estância, aposento.
(5) Aposento principal de uma casa.
-Desvám.
s.m.
(1) Espaço debaixo do telhado de uma casa.
(2) Pavimento superior de uma casa, justamente debaixo da cobertura.
(3) Recanto, esconderijo: o seu livro é uma redescoberta da alma humana e os seus infinitos desváns.
(4) Parte baixa entre dous terrenos.
(5) Depressom numa estrada.
(6) Parte mais baixa no interior de uma cousa ou objecto.
Ouvir a pailarocada do ‘Varillas’
Mais informaçom: Diárioliberdade, Vieiros
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Reino Suevo da Galiza
Excelente arquivo sonoro sobre o Reino Suevo da Galiza onde, o historiador galego Anselmo Lopez Carreira dá uma explicaçom numa linguagem coloquial e amena do nosso antigo reino galego. O arquivo é um bocadinho longo assim que tomade-o com calma.
Saúdos.
Para ouvir preme no botom vermelho.
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Respondamos como galegos!
CONTRA O RACISMO E A ESPOLIAÇÃO DA GALIZA
RESPONDAMOS COMO GALEGOS!
O racismo EXACERVADO contra as pessoas galegas não é apenas a preparada e televisada agressão da bilbaína Rosa Díez, a representar os Puercos de Fuerza da Seguridade do Estado, contra nada menos do que todo um povo que leva séculos espoliado, vexado e humilhado até ao infinito: o sorriso de cumplicidade complacida da Rosa Díez para o Inhaqui Gabilondo, responde ao facto de serem os dois do País Basco, aonde a população galega forçada ao êxodo pela violência franquista, emigrou nos passados anos do sessenta: «maquetos, galhego el último, votais al PP» e todo tipo de violências alcançaram mesmo os meninos galegos desprezados pelos bascos que não os deixavam brincar com eles. Não é apenas entre a população basca onde o conceito de galego como ser inferior, vil e despreçável permanece, surgindo à menor tensão em Astúrias, Andaluzia, Madrid, Catalunha, etc. Ultrapassa fronteiras e países: a personagem de «Manolito» na «Mafalda» que dou a volta ao mundo, os «chistes de galhegos» na Argentina [e Antena 3 nesta semana], o teatro bufo cubano onde se ridiculiza o negro e, inferior a este, o galego. Existe na própria Galiza, institucionalizado e pago com dinheiro público: o elenco de vadios e vadias de Gaioso & Co en Luar ou quaisquer outras «becerradas» com que nos degradam como povo desde a CRTVG, nomeadamente contra a nossa IDENTIDADE com Portugal vai acompanhado do VITIMISMO com que nos ultrajam os nossos «representantes» Patxi Vázquez e Carro do PsdeG-PSOE e também Gaspar Zurria: acusar a VÍTIMA de VITIMISMO é prática nazista.
O RACISMO contra nós está institucionalizado nos média e, sobretudo, nas instituições: se umas pessoas galegas se organizarem em Lugo para exigir o que lhes fora ROUBADO por Lehman Brothers através de Bankinter-ING direct (publicidade permanente) eis que a SER (não a COPE, que também) emite publicidade onde somos ferocemente ridicularizados. Ridicularizar galegos nos média, criar protótipos de falsos galegos para se burlar deles, é habitual embora o RACISMO é um crime que pune o Código Penal espanhol com o paradoxo de as pessoas e entidades a combaterem o RACISMO são racistas quando se trata de nós. A ideologia dominante é a ideologia da classe que tem o poder: o RACISMO dominante é o RACISMO da classe que tem o poder no Reino da Espanha.
O centro de gravidade do RACISMO contra nós reside na economia que governa a política. Para demonstrar a superioridade RACIAL espanhola sobre os galegos e o seu governo (PSOE-BNG) Botin «vendeu-lhe» a Florentino Perez o 20 % de FENOSA, emprestando-lhe o dinheiro o Banco do Botim; pouco tempo depois Florentino chegou a ter mais do 40 % de FENOSA que vendido a GÁS NATURAL dou-lhe uns lucros de 7.000 M€ com que comprou a presidência do Real Madrid e jogadores da nossa língua para, obrigando-os a falar espanhol, RIDICULARIZAR o galego com palhaços que falam mal como o ministro galhego José Blanco (SER).
O mesmo aconteceu com ENDESA, graças ao Sr. Zapatero, para os historiadores Árabes e Rosa Díez, galego, entregada à ENEL da Itália governada pela máfia siciliana, calabresa, campana, etc. encabeçada por Berlusconi, grande amigo de Aznar e do PP, uma Itália onde o apelo à REVOLTA, À INSURREIÇÃO é feito mesmo pelo escritor e jornalista Roberto Saviano, autor de Gomorra. Um quarto de século ASTANO fechado, não é a maior mostra da brutalidade RACISTA em termos económicos e sociais? O recurso de ZP contra a Lei de Caixas não é mais uma mostra do RACISMO espanhol contra nós?
«Como é natural, o galego é escravo, mesmo bom para o trabalho e nulo na inteligência para governar, daí que tenha de agradecer e pagar que os espanhóis governem a Galiza»: eis onde reside o secular e actual pensamento de superioridade dos espanhóis, dos do Viva Espanha!
O galego tem que agradecer, trabalhar e pagar que o governem tipos como o Conselheiro Guerra, Pilar Farja, Pedro Arias, Francisco Vázquez (La), Abel Caballero, Losada e uma brutal fauna instalada na Delinquência de Estado Central, Local e Periférica, no Executivo, no Legislativo e no Judicial, RACISTAS cuja virulência, desprezo, ódio pelo nosso principal sinal de IDENTIDADE, o idioma galego vai parelho com a sua cobiça para lucro pessoal: milionários e milionárias a governarem que o teu salário não chegue aos mil Euros quando o deles é cerca ou mais de seis mil Euros ao mês; porque eles são superiores a ti porque ganham mais e falam melhor: falam espanhol que é superior e melhor do que o galego. Daí que haja que «blindar el castelhano» no Pacto do Gabilondo, Miguel.
A brutalidade RACISTA conta o povo trabalhador galego e não apenas tem o seu principal foco, não o único, em Aznar (galhegos resentidos LADRAM) e o Partido Popular cujo dirigentes galegos, A. Rueda, chegaram a se manifestar contra a nossa língua há um ano com Rosa Díez e o furacão Klaus para nos espoliar do nosso direito a nos dotar da representação que queremos. Daí a necessidade de combater a aliança A. Rueda-Guilherme Vázquez, PP-BNG, sindicatos-patronal, na questão das Caixas porque o povo trabalhador galego não quer alianças com RACISTAS como A. Rueda e o PP. O povo trabalhador galego quer alianças BNG-PSOE com pessoas, entidades e instituições que defendam a Nação que a Galiza é; que defendam os nossos direitos reconhecidos nas leis europeias e internacionais, que defendam a democracia na Assembleia Nacional da Galiza para exercermos o direito à REVOLTA, À INSURREIÇÃO. Contribui assinando em www.peticao.com.pt/direitos-da-galiza.
RESPONDERMOS COM GALEGOS, O ÚNICO que se pode fazer, apelando ao povo trabalhador para se manifestar em Compostela, em 10 de Março, Dia da Classe Operária da Galiza contra O RACISMO E A ESPOLIAÇAÕ DA GALIZA no quadro de uma Greve Geral. Em Ferrol, Segunda-Feira, 26 de Fevereiro de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL
Fonte original: Vieiros

